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05/05/2004 13:57
* Removendo a poeira *
Muito bom dia amigos, vou direto ao assunto e motivo deste post! É que amanhã (06/05) fará 6 meses do estágio e de quebra vou apresentar a Carta de Convocação e algumas fotos tiradas na época da fusão Sendas / Pão de Açucar. Nesta integração alguns paulistas vieram pro Rio para auxiliar na mudança do sistema da Sendas (Gescom) para o sistema Pão de Açucar (Emula MainFrame)!
Eu com dois promotores de venda
Chefe de Setor tirando seu relatório de estoque
Depósito da loja 1643 (Sendas Olaria)
Pessoal da Integração e Gerente da Loja (Direita)
![]() src="http://blogdecortica.blig.ig.com.br/imagens/sendas34.jpg">
Frente da Loja
Em Março rescindimos contrato com a Sendas S/A e firmamos outro logo após com a Sendas Distribuidora S/A! Este (pelo menos de acordo com a CTPS) não tem uma data prevista para terminar. Vamos ver até quando eu fico!!!
Sem mais!
enviada por Marcinho Du Pré
08/01/2004 01:15
Corticenses, reparem a performance do meu amigo Bozó nessa música do Detonautas, que voz, que ritmo!!!!! www.geocities.com/predileto2000/estudio/bozodet.mp3
Lamentável...
enviada por Marcinho Du Pré
16/12/2003 00:40
E aí pessoal, como estamos? Ouvi dizer que tem muita gente que pega o arquivo, ouve mas não tá deixando comentário algum! Isso é gravíssimo pq fica parecendo que ninguém baixa essa porra!!!
Mas vamos lá pra mais uma. Essa trata-se de quem tá a fim de dar umas boas risadas! Eu consegui fazer um dueto, sendo um vocal masculino e outro feminino, ambos interpretados por mim! A música é "Cruising" de Gwyneth Paltrow e Hue Lewis! Quem quiser conferir é só baixar: www.geocities.com/predileto2000/estudio/cruising.mp3
Abraços galera de cortiça!!
enviada por Marcinho Du Pré
01/12/2003 15:32
Então como prometido nesta segunda começa a bateria de gravações. Esta será oficialmente a número 1, pois consta com participações do meu parceiro de blog (sumido) Domenico, e tb do ilustre amigo Pombo, Moletom, doido... (Junior)!!!
O endereço pra download é: www.geocities.com/predileto2000/estudio/geracaoshow.mp3
Bom som!
Na ordem: Moletom, Dom, Eu e uma fã assídua do blog!
enviada por Marcinho Du Pré
27/11/2003 01:22
Fala galera corticense! Sei que são poucos mas selecionados! rs
É o seguinte. Como estou praticamente sozinho neste blog e a intenção inicial não era essa, eu tive uma idéia prática, talvez brilhante, interessante seja o que for, vamos a ela!
A partir de hoje vou disponibilizar pra vcs algumas coisinhas relacionadas à música!! Será sempre gravações antigas ou recentes e normalmente versões acústicas (gravarei violão e voz apenas) de músicas. Darei prioridade a músicas que eu entendo como "pouco famosas". O interessante é que sempre que a música não for do conhecimento de vcs, vcs poderam na mesma hora baixar a original, comparar (e obviamente comentar a crítica, aiiii) e aumentar o seu acervo com músicas que eu garanto, serão excelentes!!!
Eu já coloquei uma gravação de 1999 pra fazer o primeiro teste. O endereço é: www.geocities.com/predileto2000/estudio/die.mp3
No mais é isso aí, espero que tenham gostado da novidade que eu acho que seja a melhor já publicada!
Bom som a todos!!
*Local onde faço minhas gravações:
enviada por Marcinho Du Pré
06/11/2003 16:19
É pessoal, agora eu sou:
Finalmente consegui meu 1º estágio e numa das maiores empresas nacionais de varejo. Recebi o resultado dos testes ontem e hoje fui à matriz conhecer o seu presidente Arthur Sendas e um pouco mais da empresa.
Estou apreensivo para começar a atuar nessa área, com certeza será uma experiência fascinante.
Vamos ver quem vai me parabenizar e/ou desejar boa sorte!!! heheh
enviada por Marcinho Du Pré
28/10/2003 00:57
Compartilho com vocês alguns momentos do churrasco do meu parceiro Rodrigo, o mesmo que contribuiu para o desenvolvimento deste blog:
Pessoal aquecendo para o 2º Torneio de Duplas
Tudo foi devidamente registrado
O pessoal compareceu em massa
1/4 das pessoas que fizeram pose para essa foto
Parabéns Rodrigo, e vê se melhora o joelho pra eu te desafiar no BBALL
Esse churrasco foi realizado no Club 34 em Nova Iguaçu!
enviada por Marcinho Du Pré
18/10/2003 01:33
Dando continuidade ao nosso blog ...
Sem +
enviada por marreiro
12/10/2003 15:18
Logo acima está escrito: Por Dom e Marcio
A pergunta é: Quem é Dom??
(a) Eu sei! Domenico Anêmico
(b) É um cara com o olho muito esbugalhado
(c) Se for quem eu penso, feio toda vida!
(d) n.d.p.r.p (Não dá pra responder precisamente)
enviada por Marcinho Du Pré
26/09/2003 12:12
Finalmente o "post acima" ...
Diferentemente dos laranjas, não apreciamos matte !!
Bebemos até os estabelecimentos fecharem as portas ...
E amigos antigos relembraram velhas histórias...
Obs: A máquina fotográfica do marcinho teve grande serventia !
E foi só ...
Apoio:

enviada por marreiro
16/09/2003 02:00
Quem diz que não gosta dele é tachado como mentiroso!
Me amarro em você primão!!
*Em breve mais fotos!
enviada por Marcinho Du Pré
26/08/2003 00:43
Chopada de Engenharia (UERJ):
Sem comentários...
Idealizadores do Blog
Realmente tinha muita "gente"
(Onde está Wally?)
Meus pêsames a quem não foi..
enviada por Dom
23/08/2003 01:20
Saudações, irmãos de cortiça.
Eis-me aqui, pela primeira vez, para divulgar um artigozinho interessante.
Roberto da Matta é antropólogo e um dos maiores estudiosos de nossas origens culturais brasilienses. Hoje ele mora nos states e o artigo abaixo constitui-se numa das melhores avaliações sobre o modo americano de pensar já lidas por mim nos últimos anos. Não sei se os senhores concordarão com essa opinião, mas independente disso, achei que seria uma boa divulgar a parada.
Lá vai...
A visão americana
Os americanos não percebem o mundo como uma totalidade - como uma rede de relações e de significados na qual o que ocorre num lugar atua e inventa o que acontece noutro. Para eles, a vida decorre em fragmentos.
Como nos livros policiais, os heróis - bandidos ou mocinhos - não têm nem pai nem mãe. Primeiro eu, depois eu mesmo e, finalmente, novamente eu.
Poucos idiomas têm todas aquelas inflexões pronominais que permitem uma pessoa falar de si mesma de vários modos e por meio de muitas perspectivas.
Assim, em "americano" podemos ser um "self", um "me" e um big Eu, um "I" que - e a ortografia não me deixa mentir - tem de ser escrito com maiúscula!
Tudo é "naturalmente" dividido. Uma pessoa transita pela infância, adolescência, juventude, idade madura e velhice e os rituais que marcam essas passagens enfatizam mais as separações e os pontos de não-retorno do que seus elementos comuns. Sem uma ideologia do carnaval, como é o nosso caso, os americanos não sabem bem que "brincar" é retornar e retomar coisas do passado e de outras fases da vida. Aqui, fazer besteira dá processo, sacanagem é perversão e cantada é assédio.
Essa visão compartimentalizada do mundo contamina tudo. Ela exige uma distinção entre pessoas, objetos e atividades. Quem trabalha como operário usa roupa azul ou cáqui, quem manda e faz serviços burocráticos, usa colarinho branco e gravata. Não há nada entre o formal e o informal e a idéia de limpeza não existe, pois o que importa são os sinais exteriores.
Artistas como Edward Hopper e Andy Warhol, capturaram bem tudo isso quando insistiram, respectivamente, na nitidez e na banal repetição que o estilo individualista de vida inevitavelmente promove. Impossível para quem vem dos trópicos não ficar surpreendido com esses cenários onde cada coisa tem o seu lugar e há um lugar para cada coisa, como dizia o segundo marido de Dona Flor.
Onde todos são diferentes e suas diferenças os fazem tão iguais quanto as latas de sopa Campbell imortalizadas por Warhol. Não há americano que não diga quanto ele é bom nisso ou naquilo... E assim é também na história. O país foi feito por partes. Não foi conquistado nem descoberto, mas fundado por fundamentalistas em busca de um lugar onde pudessem viver seus valores.
Começaram na Nova Inglaterra e acabaram chegando ao "Novo México" e em todos os outros "New" que tomaram, compraram ou simplesmente imperializaram.
Trata-se de uma dinâmica histórica feita por adição, na qual cada parte retém sua individualidade. Na ideologia americana, o centro é sempre o individual e o individual é sempre um "local" que tem sua exclusividade, não sendo completar a nenhum nacional.
Tais tendências se exprimem no modo de ver e lidar com o mundo. Elas tornam impossível ligar uma política exterior fundada na guerra ao terrorismo, com suas implicações morais e legais que alguns intelectuais e jornalistas americanos questionam. Hoje se sabe que o ódio aos Estados Unidos não estava localizado aqui ou ali, mas permeia todo o mundo árabe e meio mundo chamado de subdesenvolvido. Ademais, não se trata de um ódio final, como é o caso dos americanos quando odeiam alguém (vejam o caso de Cuba), mas de um "ódio político", contextual e localizado. Ódio que passa como um sarampão ou uma gripe.
Mas o fundamentalismo puritano e compartimentalizador que divide o mundo em amigos e inimigos, tem dificuldade em lidar com contextos, pessoas, relações e ambientes. Ele é bom para institucionalizar e honrar princípios gerais, mas é deficiente quando se trata de distinguir situações particulares. No fundo, aqui não há esquecimento e, por isso, não há nem perdão nem confissão nem saudade.
Escrevo essas notas pensando no pronunciamento do presidente George Bush relativamente ao conflito Israel/Palestina e nas dificuldades que uma América em guerra declarada a uma entidade abstrata, chamada de "terrorismo", tem para ser um instrumento de paz numa área onde um dos lados diz que faz exatamente o que fazem os Estados Unidos.
O caso do Brasil, com perdão do exagero, temos o oposto. Nossa ideologia nacional tende a ligar tudo com tudo. Somos deterministas e relacionais por índole e credo. O individualismo é uma particularidade vista como condenável, pois pensar em si mesmo é ser basicamente egoísta e autocentrado. É tão fácil no Brasil produzir generalidades (como, aliás, estou realizando aqui), quanto é complicado indicar alguma coisa com precisão.
Num momento de combate eleitoral, é penoso ver a elite política como uma barata tonta, tentando tapar as individualidades com a peneira das "razões" nacionais ou partidárias. Não é, pois, por mero acaso que a idéia de conspiração seja tão popular entre nós. Num mundo onde todos estão ligados, não há acidente e tudo tem motivação e intencionalidade.
A visão americana tem problemas em distinguir particularidades (vejam a crise da Argentina); a visão brasileira tem alergia as idéias impessoais. Na América existe acaso e jogo, daí a dificuldade em intervir; aqui o pensamento dominante só acredita em feitiçaria e conspiração, daí a dificuldade em não dar murro na mesa.
Té a próxima
enviada por Cavaleiro Azul
22/08/2003 12:51
Ilusões...
Ae galera, fixem o olhar no ponto.... ué..cadê a névoa?
Uma velhinha ou uma rapariga ???
Confusão >>>
Valeu >>
enviada por marreiro
19/08/2003 20:09
É isso ae pessoal.. Tô na área...
enviada por marreiro
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